“Observatório Seapi” reúne técnicos do órgão e da Procergs para transformar dados em inteligência para a Gestão Pública
Encontro promove troca de conhecimento para o uso estratégico das informações
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A utilização de dados para apoiar a Gestão Pública pautou o Observatório Seapi, realizado na manhã de quinta-feira (15/10), em uma das salas multiuso do Serpro. O encontro reuniu equipes da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e da Procergs para compartilhar conhecimentos, trocar experiências e discutir formas de aproveitar melhor as informações disponíveis na base de dados do órgão.
Entre os principais assuntos esteve a organização e integração de dados de diferentes áreas da Seapi. A proposta é facilitar o acesso às informações e ampliar sua utilização em análises que contribuam para a gestão e a tomada de decisão. Alguns dos exemplos mencionados foram os dados dos segmentos animal e vegetal do Sistema de Defesa Agropecuária (SDA), outra solução da Procergs para o cliente Seapi.
“É um projeto complexo pela quantidade de informação que a gente tem. Eu quero que a gente tenha essa visão geral da estrutura para a extração de dados”, afirmou o analista de Negócios do Cliente Seapi Marcelo Bueno. Ele também destacou a importância das contribuições surgidas durante o encontro para a construção conjunta entre Seapi e Procergs e o potencial do uso dos dados para tornar mais assertivas as ações de fiscalização realizadas pela Secretaria.
Daniel Krauze, chefe da Área de Ciência de Dados (ACD) da Procergs, apresentou diferentes possibilidades de uso e análise das informações para ampliar a compreensão de cenários e apoiar decisões. Durante a atividade, também destacou a importância de organizar adequadamente os dados (estruturação e formação de um data lake) para que possam ser utilizados de forma mais eficiente.
Já o cientista de dados Rodrigo Batista apontou três pontos fundamentais para avançar no trabalho. “Melhorar, em primeiro lugar, o uso da informação, em segundo lugar, a governança de dados, e, em terceiro lugar, ter uma referência única e confiável para consulta”, explicou Batista, que é cientista de dados e referência da empresa no assunto.



